Inovar não é algo complicado

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Já se perguntou se inovar é algo complicado?

Uma pesquisa da consultoria PwC, aponta que 64% dos presidentes de empresas consideram a inovação mais importante do que a eficiência operacional. Inovar é crescer, viver o novo, buscar soluções, superar barreiras, saber trabalhar em equipe, ser corajoso, ou seja, é um conjunto de habilidades que formam uma pessoa inovadora. Algumas pessoas nascem com a habilidade de inovar e outras precisam pensar e se esforçar muito para fazer tal coisa. O negócio é não ter medo de errar e sempre buscar melhorar.

Inovar é mais simples do que se imagina, não é preciso ficar quebrando a cabeça em algo complexo. A inovação está na simplicidade. Muitas vezes está na nossa frente e não percebemos. Antes de tudo, é preciso entender que inovar é reinventar a si mesmo, é aceitar o novo e ajustar o diferente. Isso faz parte do processo da construção de um caráter responsável, que busca ser mais inovador tornando-se mais atraente no mercado de trabalho.
Muita gente busca ser inovador, ou mais inovador, mas seus hábitos continuam sendo os mesmos. É preciso incorporar o hábito de mudar constantemente e passar a tentar colocar em prática suas ideias e esquecer o medo para se poder inovar com sucesso. Será que Alan Turing desistiu no primeiro não ou na primeira critica? Creio que o criador do primeiro computador continuou tentando e hoje, por conta da sua coragem temos uma tecnologia a nossa disposição.
E QUEM NÃO SE ACHA CRIATIVO?

Inovar pode ser apenas aperfeiçoar uma ideia já existente. Um dos segredos é diminuir a pressão, pois não se trata de um bicho de sete cabeças. Inclusive, alguém em algum lugar já deve ter deixado de ter uma ideia inovadora pelo fato de ter parado nesse questionamento. Uma dica é olhar ao seu redor e buscar coisas interessantes que outras pessoas estejam fazendo que você possa utilizar e agregar a algo, isso já é um belo começo.

Então, cultive a curiosidade, fique atento ao que passa ao redor e sempre busque aprender e conhecer coisas novas, tecnologias e tendências.

Inovação e curiosidade devem andar lado a lado. A curiosidade traz um pouco do questionamento, o qual tem um grande poder sobre a pessoa inovadora sendo facilitadora para se ter novas ideias e mostrar que é preciso agir e não ficar apenas reclamando. Uma característica marcante no ser inovador é que ele é ótimo em fazer perguntas. Diversas das maiores invenções partiram de perguntas. Por natureza, inovadores são questionadores. Porém, precisamos cada vez mais nos auto incentivar a questionar.

Só tenha o discernimento na hora de fazer as perguntas. Muita gente apenas reclama e nem percebe o que está fazendo. Uma pergunta está implícita em cada problema, mas a pessoa não percebe. Em vez de reclamar, um inovador busca a solução daquela situação. A ação é justamente o que faz de uma pessoa um ser inovador.

Existem coisas que são difíceis de pensar e questionar, por exemplo, por que um carro tem quatro rodas ou por que a cadeira se chama cadeira. Até nossos 5 anos de idade passávamos maior parte do tempo questionando e hoje, alguns aceitam a vida como ela é. Concordo que passar pelas coisas sem questioná-las é bem mais fácil, quase não gasta tempo e nem energia. Tal situação vale a um individuo quanto a uma empresa. Pois acabam desenvolvendo certas maneiras de fazerem algo e acabam não querendo perder tempo questionando.

A inovação vem muito do conceito que a perfeição não existe e que a ideia se constrói aos poucos. Que o medo de errar é só uma barreira a ser superada e avaliada futuramente. É um verdadeiro processo de trabalho em equipe. Um dos grandes desafios para quem busca está sempre inovando é fazer os outros trocarem o certo pelo incerto.

O que é preciso fazer, ler ou assistir para se ter boas ideias e se tornar um ser inovador? Muita gente se pergunta como começar a inovar. Algumas vezes, não é preciso fazer nada, absolutamente nada. As ideias fluem naturalmente, mas outras vezes, é preciso buscar referências e inspirações. Mas ainda, existem algumas perguntas que podem ajudar alguém a começar a inovar. Por quê? E se? Como? Segundo Warren Berger no livro ‘A more beautiful question’ essas perguntas podem ser o primeiro passo para inovar.

O ‘por quê?’ ajuda a entender o problema. É preciso questionar sem medo: Por que isso incomoda? Por que ninguém resolveu ainda? São perguntas para entender a situação. Uma vez reconhecido o contexto, é preciso pensar em soluções possíveis. O ‘e se?’ vem para estimular a imaginar as coisas de um jeito diferente. Às vezes as respostas podem parecer absurdas, mas o mais importante é ter o máximo de ideias possíveis. O ‘como?’ essa é a questão que realiza; onde pega as soluções e as traz para a realidade. Como fazemos isso? Como é possível? Como dar o primeiro passo? Respondendo a essas perguntas, pode começar a colocar em prática o plano de inovação.

Porém, existem algumas desculpas que quem quer inovar ou já é um inovador precisa deixar de dar, como por exemplo:
“Inovar é caro.” – Basta procurar uma oportunidade barata.

“Tenho medo de dar errado.” – Não existe inovação sem risco, errar é aprender.

“Não sou um gênio.” – A maioria das ideias nasce do trabalho coletivo, de reuniões ou brainstorm. Até mesmo grandes inovadores recorrem à ajuda de outros.
“Não sou criativo.” – Esta é a mais comum. Mas acredito que todo mundo nasce criativo, porém, cada um interpreta diferentes papéis na vida.
Então, acredite em você. Dê valor as suas ideias. Invista tempo.

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