Viver para trabalhar ou trabalhar para viver?

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Viver?

Trabalhar?

Viver para trabalhar ou trabalhar para viver?

Existem aqueles que largam um maravilhoso momento de descanso para aproveitar uma oportunidade profissional. Existem ainda aqueles que preferem passar mais tempo curtindo a vida, aproveitando momentos fora de um escritório e curtindo a família. Porém, existem aqueles que buscam equilibrar o trabalho e a vida fora dele. São perfis de pessoas diferentes, pontos de vistas distintos e não podemos dizer quem está certo ou errado.

Viver para trabalhar ou estar ocupado nem sempre quer dizer que a pessoa estar sendo produtiva. Passar maior parte do seu dia trabalhando não é sinônimo de eficiência. É preciso parar e refletir sobre algumas coisas tipo: O que fazemos? Para quem fazemos? Qual a necessidade de fazer isso? Se você vive para trabalhar não estou dizendo que é algo errado, mas te convido a experimentar a trabalhar para viver.

“Ganhar a vida já não é o suficiente, o trabalho tem que nos permitir vivê-la também.” Peter Drucker.

O despertador toca e você com muito sono acaba acionando o soneca e quando decide acordar descobre que está atrasado para uma reunião importante. Sai de casa sem tomar café e o trânsito está caótico. No decorrer do caminho o estômago avisa que precisa de algo e a solução vem num estalar de dedos: Drive-Thru. É tudo muito rápido e se a sorte estiver do seu lado tudo não passará de 5 minutos e quando os sinais fecharem você morde e mastiga o lanche.

– Academia e vida saudável que não me levem a mal, mas um lanche equilibrado vai ficar para amanhã.

No cotidiano de todo mundo está presente o dilema entre o urgente e o importante. É interessante e importante ter uma boa alimentação, seguir uma dieta equilibrada e que venha nos dá uma vida saudável, mas vez ou outra abrir mão dessa importância para atender uma urgência não mata ninguém. O que mata é fazer essa urgência se tornar rotina. Se apenas um dia você trocar um saudável café da manhã por um lanche de fast-food não há problema, mas se todos os dias isso acontecer o resultado não será muito legal. Trazendo isso para o mercado é muito fácil de aplicar a frase ‘o que mata é fazer essa urgência se tornar rotina’, por exemplo, nem tudo que o cliente afirma ser urgente é realmente urgente. Se não questionarmos ou batermos de frente tudo que for solicitado por ele será com essa tal urgência.

As pessoas entram automaticamente no modo de espera (waiting mode) aguardando o próximo movimento rebaixista das empresas que se tornaram reféns das promoções. No nosso país é muito comum empresas do setor automotivo serem vítimas de promoções, pois basicamente vivem de feirões de fábrica, preços diferenciados e descontos especiais. Essas promoções são urgentes e importantes? Ou apenas urgentes ou importantes? Ou nenhuma das opções? (Deixarei esse questionamento no ar.)

Não podemos pensar apenas nas urgências e esquecer as importâncias, ou dar foco no que é importante e esquecer o que é urgente. É preciso que tenha um equilíbrio e um entendimento sobre ambos os casos. É preciso se esforçar muito para ouvir o silêncio do importante e silenciar a gritaria da urgência.

Vamos colocar o viver como importante e o trabalho como a urgência e te convido a pensar sobre o assunto e tirar sua própria conclusão.

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